quarta-feira, 10 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
#Resenhando: Lis no Peito (Jorge Miguel Marinho)
Um livro que pede perdão. Este é
o subtítulo da obra de Jorge Miguel Marinho, fortemente inspirada em Clarice
Lispector (1920-1977); e há, realmente, muito perdão a ser dado a este livro.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
#Resenhando: Perto do Coração Selvagem (Clarice Lispector)
1. O
Enredo
O romance vai
narrar a vida de Joana desde a infância com o pai viúvo até a vida com Otávio,
passando pelo convívio com a tia, o amor proibido por um professor e a estada
no internato.
Desde muito
nova Joana mostrava indícios de que seria totalmente alheia à vida com as
outras pessoas, tendo um bom relacionamento apenas com o pai, que acaba
morrendo, e com o professor que substitui a figura paterna.
É uma menina
órfã de mãe que vive com o pai. Depois da morte do pai, Joana vai morar com os
tios, que acabam ficando chocados com suas atitudes, como por exemplo, o fato
de roubar livros, e mandam-na para um internato. Antes de ir ao internato,
Joana mantém relações com um professor, que não percebe que a menina nutre por
ele uma paixão.
Ao sair do
reformatório, Joana conhece Otávio, que se sente atraído por ela ao vê-la
alisar uma cadela grávida. O relacionamento com Otávio nunca foi fácil, pois
Joana acha-o desprezível e tem pena dele por isso, não conseguindo se
aproximar. O relacionamento entre os dois acaba sendo abruptamente interrompido
e Joana refugia-se num Homem desconhecido e acaba tendo relações com ele, que
acaba deixando-a. Apenas quando alcança a liberdade Joana vê-se totalmente
realizada, ao fim do livro.
domingo, 23 de junho de 2013
A Famosa Olhadinha
O assunto de hoje pode, num
primeiro momento, interessar apenas aos homens: vou falar não só de peitos
(sim, peitos: seios, mamas, tetas, etc), como também vou falar de bundas (isso
mesmo, bundas, o traseiro, as nádegas, os glúteos, o lombo, as curvas da estrada
para o Inferno). Mas após algumas breves explicações, pode ser que o assunto
interesse às minhas queridas leitoras – mas por que os homens (nós homens)
gostamos tanto de peitos, bundas e tudo o que lembra peitos e bundas? Você,
leitor, já parou para pensar a respeito? Pois é: a maioria das pessoas
simplesmente nunca parou para pensar nisso, seguindo apenas o velho e conhecido
hábito de dar uma viradinha e arquear as sobrancelhas ironicamente – o costume
que atravessa gerações e que tanto ofende nossas belas mulheres. E você mulher,
já parou para pensar que isso pode ser um ato até (por incrível que pareça)
involuntário? Pois é: mais perguntas sendo formadas, e estamos aqui para
(tentar) respondê-las. Mas para isso eu vou precisar voltar um pouco no tempo –
3,5 milhões de anos para ser mais exato – e pegar como objeto de estudo um
exemplar do sexo feminino do Australopithecus Afarensis chamada Lucy, uma velha
prima nossa, uma das primeiras da espécie que um dia se tornaria o ser humano.
Nossa história começa quando, num
dia de primavera Lucy entra no cio e desce da copa da árvore em que vivia para
poder acasalar. A diferença entre Lucy e uma mulher de hoje em dia (além, é
claro, da aparência física), é que nossa prima distante tinha a vagina mais próxima
do ânus, o que a permitia fazer apenas um tipo de posição sexual – o
“cachorrinho”, ou seja, Lucy só podia acasalar ficando de quatro. Por conta
disso, quando entrava no cio e descia do topo da árvore, Lucy simplesmente
abria as pernas e ficava à espera de machos para realizar o ato. Como nessa
época a genitália dos Australopithecus ficava mais atrás, os feromônios eram
liberados com mais facilidade e o cheiro (de bacalhau) se espalhava pela
savana inteira, atraindo machos de vários lugares diferentes. Estando de
costas, Lucy não conseguia ver os machos que atraía, ficando apenas exposta
para a cópula – não importando o número de cópulas, o importante era ‘chegar
lá’.
‘Chegando lá’, grávida, Lucy
voltava para o topo das árvores, tinha seus filhotes e vivia a vida, até o
próximo cio, onde descia novamente e expunha a genitália. Acontece que Lucy deu
lugar à suas filhas, que deram lugar à suas próprias filhas que seguiram seu
exemplo. Isso até aproximadamente 2,5 milhões de anos atrás, quando já havíamos
evoluído para outra espécie, o Homo Habilis. E durante este processo, o canal
vaginal migrou do traseiro para o meio das pernas. Com esta migração, a posição
usada até então – o cachorrinho – ficava mais difícil de ser realizada; e isso
resultou em duas coisas. A primeira delas foi a posição ‘papai e mamãe’ – um
por cima do outro; e a segunda é mais interessante para o tema deste texto no
momento: com a genitália entre as pernas, as fêmeas passam a perder os pelos
que tinham pelo corpo, esses pelos migrarão para a região púbica, justamente
como fez o canal vaginal. Como a genitália foi para o meio das pernas, o
feromônio, ou seja, o cheiro que atraía os machos, acabou ficando abafado, não
tendo tanto lugar por onde sair; isso fez com que esse mesmo feromônio saísse
principalmente pelos lugares onde os poros femininos são mais dilatados
(abertos). E esses lugares são:
Tchantchantchantchan!!!!!!
Os seios e a bunda!
Este cheiro que é mais suave do
que o de Lucy, mas que ainda trai os machos, sai por esses dois lugares, e é
por isso, por uma espécie de instinto que permanece “semi-adormecido” nos
machos, que sempre que passa uma mulher os homens dão aquela famosa olhadinha.
Agora vem a minha opinião: certo,
ok, agora muitos usarão essa desculpa pra se justificar quando for pego em
flagrante. Porém, se formos seguir à risca tudo o que foi dito, não é apenas
para bundas saradas e empinadas que os homens devem olhar, mas sim para todas
as bundas – afinal, bunda é bunda, e pronto. Portanto, sim, há raízes biológicas
neste fenômeno da olhadinha, mas isso não justifica a safadeza alheia.
E tenho dito ;)
segunda-feira, 17 de junho de 2013
O DESPERTAR DE UMA NAÇÃO
Neste exato momento em que
escrevo, recebo a notícia de que os manifestantes acabam de invadir o Congresso
Nacional. 65 mil pessoas estão em manifestação pelas ruas de São Paulo. Arnaldo
Jabor retratou-se no rádio. A Copa está totalmente submersa diante das
manifestações. A Cinelândia está tomada por nossos patrícios. Toda a Avenida
Rio Branco está tomada. 100 mil pessoas no Rio de Janeiro manifestam-se. Dilma
sendo vaiada. Estou hoje muito orgulhoso de ser brasileiro, e muito feliz por
estar participando deste que foi o primeiro ato realmente patriota que já
presenciei na minha vida. A imagem mais linda que já vi no ecrã da televisão:
os manifestantes saindo às ruas, lembranças da Passeata dos Cem Mil. Ecos do
passado – os primeiros passos para o futuro.
E tudo começou quando o preço da
tarifa do ônibus em São Paulo teve um acréscimo de vinte centavos. E como
ninguém gosta que algo público e de má qualidade fique vinte centavos mais
cara, o povo acordou da apatia em que se mergulhara. Sei, na verdade todos nós
sabemos, que esses vinte centavos não são muito o suficiente para comprar mais
do que um pão – mas é deste pão que há tanto tempo estava preso, mofando, é
deste pão que o Brasil precisava. O fato é que as manifestações tomaram
proporções muito maiores do que o esperado, tanto pelos próprios manifestantes
quanto pelas autoridades. Tais manifestos já são, por si só, motivo de muito
orgulho – mas o melhor nisso tudo, é que vejo pessoas que não precisavam estar
ali, dando seu apoio aos manifestantes. A Classe Média saindo às ruas. Não somos
mais uma classe ou outra: somos brasileiros.
É com grande orgulho que digo: eu
vivi, eu presenciei o despertar de uma nação. Apesar de toda a truculência das
forças policiais, o povo resiste bravamente. Mas há algo que me deprime: é ver
pessoas que, no cúmulo do não-patriotismo, dizem que tudo isso é pura perca de
tempo – coisa de quem não tem o que fazer. Aparentemente as pessoas são ou profundamente
hipócritas ou sofrem de lapsos de memória. A minha vida toda, desde que me
lembro, ouvi os mais velhos falando que nossa geração é acomodada, alienada,
calada, passiva, e muitos outros substantivos. Sempre ouvi que os jovens de
hoje não fazem manifestos, e citavam como exemplo o Movimento dos Caras
Pintadas e tantos outros. E hoje, quando finalmente o jovem brasileiro levanta
o traseiro do assento e toma alguma posição, este mesmo jovem que sempre
recebeu substantivos que denotam fraqueza, tem a sua liberdade tolhida,
massacrada e obliterada pelos mesmos adultos que tanto incentivam uma tomada de
posição. Ora, esses comentários dignos dos “tios à lá Datena” são, não apenas
desnecessários, como também fruto de uma falta de reflexão tremenda: onde está
o povo que lutou na Passeata dos Cem Mil?, morreu?, dormiu? Antes fosse,
sinceramente!
Há pessoas que acreditam que a
única solução para tudo isso é a polícia “descer a lenha” em todo mundo. Meu deus!
Onde chegamos, afinal? Não estou querendo dizer que deveríamos ficar contra a
polícia – lembremo-nos de que estão apenas cumprindo ordens (de uma maneira
totalmente covarde, ainda mais se pegarmos como exemplo a delegada que
desacatou tais ordens e permitiu a manifestação em Belo Horizonte há alguns
dias).
A você, cidadão desinformado, eu
lhe digo: as manifestações já não são mais por simples vinte centavos. Não se
trata simplesmente de uma revolta sobre o transporte público: o povo cansou, a
nação que gostava apenas de carnaval, futebol e novela, aparentemente se cansou
de tudo isso e foi às ruas reclamar de tanta infâmia que vem sendo enfiada
goela à baixo do brasileiro dia após dias nas últimas duas décadas (e vou parar
nos anos 1980-1990, o resto seria demasiado afastado da situação
contemporânea). As manifestações não são mais sobre os vinte centavos, mas sim
pelo meu direito (e pelo direito de quem reclama também) e pelo direito de
todas as pessoas, de irem às ruas e se manifestarem sem serem chamados de
criminosos por conta disso. Não, não se trata apenas dos vinte centavos,
reclamamos de tudo aquilo que vem-nos acontecendo até hoje e que nós, por pura
apatia, calamos. Todos estes protestos não são pelo trânsito, nem pelos vinte
centavos, é por você e por mim. Não se trata de movimentação política, não tem
a ver com esquerda ou direita, nem com partidarismo, nem se trata de um golpe
comunista. Trata-se, simplesmente, da primeira vez em mais de vinte anos que o
brasileiro saiu às ruas para reclamar de muitas coisas até então silenciadas. Esta
não é, de forma alguma, uma manifestação de bandidos, mas sim uma manifestação
de brasileiros – de um povo que quer ter o direito de ir às ruas reclamarem
seus direitos, sem serem, com isso, considerados terroristas.
Infelizmente essa série de
protestos transformou a polícia no inimigo principal da população. Mas a atitude
dos policiais me lembra o longa metragem “O Dia Em Que Dorival Encarou a Guarda”:
em um dado momento, o personagem principal solta uma frase que cabe nas atuais
situações: “pau mandado não tem lema”. Lembremo-nos, amigos, que os policiais
ainda estão cumprindo ordens, e não se deram conta de que, assim como os
manifestantes, fazem parte desta nação.
Acredito que neste momento é
nosso direito e dever tomar as ruas (até porque as ruas são públicas e não
precisamos de permissão para tomá-las segundo o que está descrito no Art. 5°
Inciso XVI da Constituição) em protesto.
Quanto àqueles que ainda insistem
em reclamar porque estão fechando as ruas: não há desculpa mais esfarrapada do
que essa. Além de denotar um profundo “bundamolismo”, ainda indica o quão
egoístas são as pessoas atualmente. Apenas pense, senhor reclamão, que os
manifestantes estão lutando por um direito seu, e que você tem o dever de, como
eles, reclamar os direitos de toda a população. Unamo-nos nesta hora, todos
nós! Junte-se a nós nessa luta (muito justa, diga-se de passagem). E lembre-se
de que enquanto você está do lado do Estado, o Estado está contra você. Apenas pare
para pensar nisso tudo.
Nós temos o direito de protestar,
nós temos o direito à livre expressão, o direito de ir e vir: usufruamos dele
neste momento. E nós não devemos tolerar que o Estado mande os policiais, que
supostamente são treinados para bater em bandidos, baterem em manifestantes. Pensemos:
quantas vezes passamos por verdadeiros perrengues por falta de segurança e não
há um policial para nos auxiliar?, quantos de nós já não foi assaltado e não
recebeu resposta dos policiais? E nesse exato momento, os policiais estão
tomando atitudes totalmente grotescas contra a população que deveria proteger.
O mais interessante de tudo isso,
é que até mesmo a mídia, que até poucos dias estava deturpando a situação,
voltou-se contra o Estado: isso porque os próprios jornalistas estão sendo
presos, estão voltando para casa machucados, impossibilitados de fazerem seu
trabalho.
Nós não podemos agir passivamente
a tudo isto: pacificamente sim – como bem disse o Paulo Cezar Siqueira em vídeo
que foi ao ar hoje no Youtube – mas passivamente não. Não sejamos complacentes
com a polícia que, infelizmente, voltou-se contra nós, curvando-se às atitudes
fascistas que vêm do Estado.
Junte-se a nós neste movimento
pelo progresso do nosso país: agora, não há ricos ou pobres, brancos ou negros,
héteros ou homossexuais, homens ou mulheres – neste momento somos um só ideal,
um só povo: agora, nós somos brasileiros.
Senhores, é com imensa alegria
que digo: a nação, finalmente, despertou.
domingo, 16 de junho de 2013
Arnaldo Jabor: o homem dos vinte centavos
Muito se tem falado sobre a série
de protestos que se alastrou depois do acréscimo dos vinte centavos nas tarifas
dos ônibus. O fato é que, desde a última semana, começou pelo Brasil inteiro
uma onda de manifestações que ficarão um dia conhecidas (talvez) como a Revolta
do Vinagre. Lembremo-nos, já tivemos a Revolta da Vacina, a Revolta da Chibata,
a Revolta dos Farrapos e tantas outras manifestações revoltosas em nossa pacata
história de tupiniquins euro-afro descendentes. Depois de um longo hiato que se
arrastou por mais de duas décadas, os jovens brasileiros saíram do conforto do
lar e do anonimato oferecido pela internet e foram às ruas, o que é para mim
motivo de muito orgulho. Quantos dos jovens não cresceram ouvindo os mais
velhos reclamando da estagnação social na qual o brasileiro contemporâneo caiu?
Eu mesmo passei a vida toda ouvindo esta ladainha que aparentemente seria
eterna. E agora que os jovens tomaram frente em um movimento contra o Estado, o
que acontece? As pessoas reclamam, dizem que não seria necessário tanto alvoroço
por míseros vinte centavos. E dos reclamões, talvez o mais detestado atualmente
seja um senhor chamado Arnaldo Jabor, comentarista deveras conhecido por nós. E
é a este senhor que me dirijo antes de discorrer um pouco sobre a Revolta do
Vinagre.
O que desencadeou tanta raiva foi
o comentário infeliz que este senhor proferiu no último dia 12/06 (se não estou
enganado). No dito comentário, deveras tendencioso, diga-se de passagem, Jabor questiona,
dentre outras coisas, por que tanta raiva por “míseros” vinte centavos. Pelos vistos
o senhor faltou às aulas de matemática, ou esqueceu-se delas com o passar dos
anos; ou então se esqueceu de que existe uma realidade um pouco diferente da
vivida em seus padrões custeados pela mídia brasileira – mas isso é outro
mérito. Façamos as contas: vinte centavos por passagem para quem pega dois
ônibus ao dia, são quarenta centavos a mais diariamente. Quarenta centavos
diários rendem dois reais semanais, o que leva à uma redução de oito reais no
fim de cada mês no bolso de um pai de família que sustenta a casa e os filhos
com um salário mínimo. E isso para não dizer que estou contando apenas os dias
úteis de uma semana, e não o sábado, pois caso eu acrescentasse mais um dia,
seriam quase dez reais perdidos no fim do mês. E acrescento o sábado, senhor
Jabor, porque na vida real, as pessoas trabalham de segunda a sábado. E exatamente
por não viver esta realidade, o senhor simplesmente ridiculariza o acréscimo destes
poucos vinténs à passagem.
Quanto às depredações, tenho que
concordar com o senhor, Jabor: realmente é desnecessário que haja tais atitudes
em um movimento pacífico. Ainda mais se formos entrar no mérito de que o povo
que agora grita, calou-se por longos anos o que agora ouvimos não é apenas o
grito contemporâneo, mas também o eco do passado de nossa nação que estava
submergindo numa inescapável alienação e numa odiosa estagnação social. Não defendo
as depredações, muito pelo contrário: além de desnecessárias, tais atitudes
afastam uma classe social a qual devia-se buscar um aliado – a Classe Média. Todavia,
o senhor mesmo cita pessoas da Classe Média que estão participando dos
protestos, isso demonstra que, apesar de tudo, ganhou-se algum apoio da dita
burguesia.
Lembro ao senhor que os “míseros
vinte centavos”, como o senhor mesmo os define, não foram o principal motivo
para as manifestações, serviram apenas como estopim para que se iniciasse a
atual revolução que felizmente tem acontecido. O que reivindicam extrapola a
esfera dos “míseros vinte centavos”, chegando mesmo às reivindicações sobre
educação, saúde, segurança e justiça – justiça esta que não existe e
provavelmente não existirá em um país onde o que existe são leis para o
proletariado, para a massa que invade agora as ruas, para a Classe C.
Quanto à PEC37, concordo mais uma
vez com o senhor, mas garanto – vistas as atuais circunstâncias sociais do povo
brasileiro – que ela também terá a sua vez: e sobre isso, deixemos o amanhã para o amanhã.
E encerro dizendo que a sua
atitude traduz o pensamento da grande maioria das pessoas: acharam que as
pessoas não iriam se levantar, acharam que a apatia seria eterna, acreditaram
que o jovem não conseguiria retomar os ideais de seus pais na década de oitenta
– o de reinventar a Democracia, colocando os interesses do povo em primeiro
lugar. Pessoas como o senhor, Arnaldo Jabor, acreditaram que o brasileiro não
iria notar que as autoridades estão aqui, é apenas para servir à população, e
não para explorá-la. Os reacionários notaram que há o direito ao grito – e por
isso, gritamos: gritamos sem pedir esmolas. E a estes reacionários, desejo –
desejamos – boa sorte, pois o tempo é chegado: e finalmente mostraremos que o
povo brasileiro vale muito mais do que míseros vinténs, e que este valor
deveria ser atribuído àqueles que, oprimidos pela estagnação, não fazem mais do
que insurgir nos mesmos erros do passado para ter os mesmos problemas no
futuro.
LINK PARA O VÍDEO DO JABOR: http://www.youtube.com/watch?v=l3Py-_9vY20
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Vídeo da Semana: Livros Para Serem Lidos Antes do Fim do Mundo
LINK PARA O VÍDEO:
Assista ao vídeo para ter algumas dicas de livros que devem ser lidos antes do fim do mundo ;)
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